Martim Avillez referiu em entrevista que o i tem de vender 12 mil exemplares, "é isso que achamos quer valemos", disse.
É desmotivador que um jornal tão completo tenha este número de vendas. tão baixo. O i é um jornal recente e quero acreditar que os portugueses ainda o estão a descobrir. Este jornal é muito mais que um Correio da Manhã, que um Público ou Diário de Notícias. É um jornal que não merece estar neste Portugal retrógrada e parado no tempo. O i é um jornal à frente do seu tempo.

Capa do 1º número do i

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